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Marílson Gomes dos Santos faz de sua atividade uma autêntica obra de arte.
Franzino de corpo, ele parece levitar quando pulveriza os mais de 42 quilômetros de uma maratona.
Quem o vê correr, acredita que o faz sem tocar a sola dos pés no chão.
Marílson é uma figura diáfana, que se impõe.
Dir-se-ia um anjo, quer pelo seu brilho, quer por sua humildade, quer por sua vontade de superar obstáculos.
Na Maratona de Nova York, ele deixou o mundo momentaneamente incrédulo.
Os críticos o tinham como zebra de Zoológico. Esta é a verdade!
Como pode uma zebra voar? Questionavam-se.
Mas, ora, o que os críticos entendem de anjos?A FPA dedica este Relatório de Atividades a Marílson e, através dele, a todos os atletas que lutam como fortes e vêem a vida através do multicolorido caleidoscópio dos santos de vitral. |
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2006, ano de transformações e de investimentos em programas sociais.
2006 entra para a história do atletismo bandeirante como o ano em que a FPA deu um salto de qualidade.
A maior prova disso foi a mudança de sede.
Por razões demonstradas de forma ampla e democrática, a Federação saiu de sua antiga sede, localizada na Rua Joinville, 307, para uma outra, mais ampla e adequada ao constante crescimento da modalidade, situada na Rua Manoel da Nóbrega, 800, no Paraíso, bem pertinho do Poliesportivo do Ibirapuera.
Com tal ato, a atual Administração da entidade fez jus à tradição empreendedora de seus antepassados.
Trata-se de uma das maiores sedes de atletismo do Brasil e da América Latina. E mais: sede própria, comprada com o esforço concentrado em 84 anos de história.
Outro fato, digno de nota, foi o reconhecimento da importância do atletismo como uma das modalidades que mais trouxeram medalhas olímpicas para o Brasil, em especial, na prova do salto triplo. Nela, o mundo pôde aplaudir legendárias figuras do desporto como Adhemar Ferreira da Silva, Nelson Prudêncio e João Carlos de Oliveira.
Esta trinca foi a grande responsável pela criação do Instituto Memorial do Salto Triplo, que, entre seus homenageados, inclui, ainda, atletas do mais alto nível. São eles: Anísio Silva, Jadel Gregório, Esmeralda de Jesus, Maurren Higa Maggi e Luciana Alves dos Santos.
Acatado pelos órgãos pertinentes, o Instituto, por sua grandeza de objetivos, onde impera o investimento em causas sociais, foi declarado como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público - pela Presidência da República.
O interesse público. Está aí, nessa afirmação, o maior objetivo da gestão da FPA em 2006.
Que o digam os diversos programas sociais criados e postos em prática ao longo do ano, beneficiando muita gente, em especial, a população mais necessitada, expressa na Escolinha de Atletismo da Favela de Heliópolis; na Escolinha de Atletismo do Ibirapuera, no Joerg Bruder e na Escolinha de Atletismo Escolar, no Centro Olímpico.
Com o indispensável apoio da Secretaria da Juventude, Esporte e Lazer do Governo do Estado de São Paulo; da Secretaria Municipal de Esportes de São Paulo e da Rede Plaza Shopping, foi possível estender esses programas aos municípios e ao atletismo competição.
A natureza de tais iniciativas no campo social será explicitada nesse relatório num quadro à parte, para melhor visualização do trabalho por parte do leitor.
Tanto trabalho não fez com que a FPA deixasse de se preocupar com seu Calendário de Atividades de Pista e Campo, e com seu Calendário de Corridas de Rua, cumpridos à risca.
É através da realização dos eventos arrolados nesses calendários que São Paulo permanece sendo a Locomotiva da Nação também no desenvolvimento de seu atletismo. Afinal, mais de 70% dos selecionados brasileiros de toda e qualquer categoria advêm de São Paulo.
O reconhecimento do valor do corpo funcional da FPA é de mister. Nenhuma das 250 corridas de rua realizadas em São Paulo ao longo do ano deixou de contar com a presença de um funcionário da entidade, seja na Capital, no Interior, no Litoral.
Em competições mais expressivas, tal número chega a cinco profissionais, zelando pela parte técnica, dentro dos padrões da Confederação Brasileira de Atletismo, de infra-estrutura e de saúde dos participantes.
O mesmo procedimento é adotado nos eventos de Pista e Campo, só que envolvendo uma participação ainda maior de funcionários.
Ou seja, além das tarefas do dia-a-dia, nossa equipe não descansa aos fins de semana. Tudo para dotar São Paulo do que há de melhor em termos de assistência.
Vale ressaltar, ainda, que toda e qualquer competição conta com o apoio de equipe médica especializada em primeiros socorros e no translado do atleta a um hospital previamente contatado pela Federação.
O variado escopo de ações da FPA não teria sentido se não fossem pelos profissionais e dirigentes envolvidos, alvos prioritários.
Assim sendo, agradecemos o sucesso obtido ao longo de 2006 aos clubes, dirigentes, técnicos, árbitros, colaboradores, parceiros e, principalmente aos atletas, razão de ser de nossa existência. |
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Atletismo escolar – Desenvolvido em escolas públicas através de um método baseado em atividades recreativas, esportivas e cognitivas, de atletismo adaptado. Ele explora as habilidades motoras da criança na assimilação de movimentos coordenados e típicos das principais provas ligadas à modalidade, como andar, correr, saltar, arremessar e lançar. Vale ressaltar que, em 2006, a FPA implantou o primeiro Campeonato Paulista Escolar que, em duas etapas, envolveu 2.900 participantes. |
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Atletismo nos Municípios – Através dele, nossos profissionais dão todas as orientações necessárias para a montagem de estruturas de difusão e fomento de representações esportivas nas cidades, interiorizando o atletismo em São Paulo, disseminando sua prática e abrindo caminhos e oportunidades à juventude. Um passo importante para esse projeto é o investimento nas agremiações que trabalham na base. Em conjunto com a CBAt, a FPA está atuando no Programa Caixa de Apoio a Centros de Descoberta de Talentos, dando incentivos a oito clubes escolhidos de acordo com um ranking paulista de melhor aproveitamento nas competições. |
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Escola de Atletismo da Favela de Heliópolis – Trata-se de um programa de grande apelo social que vem sendo realizado naquela comunidade, sob a supervisão do profissional de Educação Física Anísio Silva, um dos maiores triplistas da história do Brasil. Perto de 70 crianças vêm participando ativamente, recebendo visitas de estímulo de atletas como Maurren Higa Maggi e Matheus Inocêncio. Outras favelas deverão ser beneficiadas em breve, prestando atendimento de fisioterapia, uniformes e lanches (servidos pelas secretarias de Esporte de São Paulo). |
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Atletismo competição – Esse programa possibilita que nossos profissionais se dirijam aos clubes de alto rendimento para ministrar palestras técnicas, explicar a utilização do Dartfish (que demarca no computador a performance do atleta para posterior correção de movimentos) e, ainda, de demonstrar a necessidade de permanentes aplicações odontológicas. |
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Escolinha Joerg Brugder – Também destinado a crianças carentes. Trata-se do mais antigo dos programas sociais. É dirigido por Esmeralda de Jesus, inesquecível atleta brasileira de saltos e velocidade. Em média, a escolinha atende 50 meninos e meninas, que têm a oportunidade de assimilar os princípios do atletismo. Destacam-se a ajuda das secretarias de Esporte de São Paulo (cessão de pista e alimentação da garotada). |
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Escolinha do Ibirapuera – Chegou a atender, em 2006, perto de 80 crianças e adolescentes. Tanto é que seu mentor, o consagrado técnico Neilton Moura, teve de pedir auxílio a um outro técnico, Anísio Silva, para dar conta da demanda de aulas matinais, vespertinas e até noturnas. O projeto tem parceria das secretarias de Esporte de São Paulo. |
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Projeto ônibus Cidadão – Já delineado, ele procurará facilitar a vida dos atletas de corridas de rua. No interior do ônibus, pretende-se instalar uma agência bancária e uma frente de atendimento de marcas esportivas. |
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O setor de Comunicação experimentou, ao longo de 2006, uma mudança de filosofia. Além de lutar permanentemente para informar em tempo real, se aproximou mais da base, em especial dos técnicos, fazendo, nas entrevistas, uma abordagem de melhores atletas, estrutura do atletismo paulista e brasileiro, bem como um raio X dos clubes filiados.
Em meados do ano, até o Troféu Brasil, dezenas de técnicos e dirigentes foram entrevistados durante as competições, ou por telefone. A prática permitiu a elaboração de um mapeamento de situações e necessidades bem próximo da realidade do nosso atletismo.
Graças à ação do Departamento Técnico, foi possível saber os resultados da maioria das competições on-line, agilizando o procedimento de informação confiável e eficaz.
O setor de Assessoria de Imprensa também esteve muito mais ativado no ano em referência, com tratamento adequado à imprensa e, também, àqueles que fazem parte do show do atletismo.
Um caso exemplar foi o da árbitra Lia Mara Lourenço, acidentada durante a realização do troféu Brasil.
Por orientação da Presidência, o setor de Imprensa se deslocou até o Hospital Nove de Julho várias vezes, prestando serviços de assessoria à árbitra, à imprensa e também no relacionamento com o estabelecimento hospitalar.
O avanço do setor pode ser comprovado no aumento de notícias colocadas no site de forma diária.
Registrou-se a média de cinco notícias diárias – quando se leva em consideração grandes eventos como o Troféu Brasil e os Estaduais.
Mais de 1.800 notas puderam ser lidas no site da FPA por cerca de 12 mil visitantes, em média, por mês.
Boa parte das informações virou releases expedidos aos profissionais de jornalismo de São Paulo e de todo o País.
Em média, foram três releases por semana. Doze por mês. 144 no ano.
Vale ressaltar, ainda, a elaboração de oito boletins eletrônicos (FPA NetPress), veículo que circula entre federações, autoridades, grande imprensa e é exibido no site, bem assim a de matérias especiais para diversos órgãos, em especial o Jornal Atividade Física, de grande aceitação entre os atletas, principalmente corredores de rua. |
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Sem cancelar qualquer evento previsto no Calendário de Atividades, a não ser por impedimentos alheios à vontade da FPA, o Departamento Técnico da entidade executou um trabalho de fôlego ao longo de 2006, supervisionando e se responsabilizando diretamente por mais de 70 competições de pista e campo, do pré-mirim ao adulto.
Cabe enfatizar que cada iniciativa do gênero envolve uma infra-estrutura reconhecida nacional e internacionalmente.
Um evento reúne, no mínimo, 40 árbitros, centenas de atletas e pelo menos dez funcionários do quadro de pessoal da Federação.
O trabalho é incessante. Começa com a definição do calendário e é seguida pela expedição de normas de regulamento e inscrições, que são enviadas aos clubes antes da realização da disputa.
Mediante comunicados oficiais, o Departamento mantém estreito relacionamento com os sócios filiados, acatando sugestões, dirimindo possíveis dúvidas e informando possíveis alterações, específicas ou gerais.
É a esse Departamento que técnicos normalmente recorrem para fazer suas observações, sempre dentro da filosofia de aprimorar ainda mais os procedimentos.
O Calendário de Atividades da FPA se compara ao da maioria das Confederações de Atletismo da América Latina, tamanha sua dimensão. Tanto é que muitos atletas do Continente vêm a São Paulo participar de determinada prova e tentar melhorar marcas.
O trabalho do Departamento Técnico já é intenso. Mas fica muito maior quando se sabe que a FPA empresta a credibilidade de seus profissionais a eventos organizados pelos poderes públicos ou pela iniciativa privada. A soma do oficial com o oficioso assegura em mais de 100 o número de competições que contaram, ao longo de 2006, com a presença marcante do Departamento Técnico da FPA.
E mais: o setor é responsável, ainda, pelo bom funcionamento do sistema de informática da Federação. Em 2006, esse trabalho foi grande, na medida em que a entidade mudou de sede e, conseqüentemente, teve seu parque de informática reinstalado e recapacitado. |
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Criado pela FPA para cuidar dos interesses do corpo de arbitragem, esse setor também coordena a escalação dos profissionais que irão atuar em cada competição.
Nos eventos de médio porte, são utilizados nada menos do que 40 árbitros.
O número de pessoas aptas a integrar seus quadros vem aumentando sensivelmente, hoje chegando a 200 especialistas em arbitragem.
Para tanto, são ministrados cursos periódicos – três em 2006 – com a participação, cada um, de 40 pessoas. |
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Aquisição tecnológica da FPA, o Dartfish é um programa de computador que permite aos técnicos e atletas analisar movimentos e, quando necessário, estabelecer possíveis correções de postura e dinâmica. O software foi colocado à disposição de vários clubes ao longo de 2006, sempre contando com a presença de um profissional da Federação. |
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A prática da corrida de rua é uma das provas do atletismo que mais cresce em São Paulo e no País, a ponto de virar autêntica febre. No ano de 2006, o setor responsável registrou a realização de nada menos do que 250 eventos, envolvendo mais de 500 mil atletas.
Como se sabe, antes de se organizar uma competição é necessário a retirada do devido alvará junto à FPA, o que é feito no setor de Corridas de Rua.
Em 2001, quando a Presidência da Federação decidiu implantar um Departamento exclusivo para a prova, apenas 11 alvarás foram expedidos.
Tal fato dá a dimensão exata das proporções gigantescas adquiridas pela prática em cinco anos.
Outro dado significativo é o aumento do número de carteirinhas personalizadas, com o competente registro da FPA e da CBAt, que, em 2006, elevou o patamar de atletas credenciados para cerca de 2.000.
A tarefa é hercúlea. Nenhuma das 250 competições, em qualquer ponto do Estado de São Paulo, deixou de contar com ao menos um funcionário credenciado pela FPA.
O funcionário é incumbido de atender o antes e o depois da realização da prova, dando orientações prévias e elaborando relatório de ocorrências, bem como o relatório específico que é enviado à CBAt, tudo dentro do objetivo de promover o estreito relacionamento entre a Federação e os organizadores, visando o conforto e a segurança do atleta.
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| Para aprimorar ainda mais o nível de organização das provas, a FPA criou a Comissão de Corridas de Rua, composta por organizadores de eventos e membros da Federação. Bimestralmente são realizadas reuniões do órgão para discutir problemas, propor soluções, encaminhar idéias e projetos destinados ao bem estar da coletividade de atletas. |
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Como ocorre em qualquer organização do Brasil e do mundo, o Departamento Financeiro é o órgão mais procurado e questionado da FPA. É ele que diz sim ou não a determinadas questões. E não porque quer, mas porque tem o dever de fazer o permanente balanço entre receitas e despesas.
Assim, o setor acaba sendo, ao mesmo tempo, uma área meio e fim. Afinal, ele participa ativamente de todas as decisões da Federação, propondo ajustes, reajustes e colaborando com idéias e engenharia financeira.
Em 2006, nenhum funcionário da Federação deixou de receber seus salários em dia. Nenhum deles deixou de ter obrigações tributárias recolhidas. Todos os fornecedores foram pagos. Os colaboradores, como árbitros, também.
A FPA é uma entidade que tem a sua contabilidade rigorosamente em dia, além de trabalhar com dívidas equacionadas.
Os profissionais da área estão intimamente relacionados com a elaboração de projetos e programas sociais, mensurando custos e patrimônio social agregado.
O trabalho do Departamento Financeiro é supervisionado pela Presidência e, também, pelo Conselho Fiscal (em todos os projetos elaborados). |
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Boa parte do êxito que a FPA vem obtendo em suas realizações deve-se à ação do setor de Manutenção e Obras, que age tanto nas competições quanto na sede social.
O Departamento não tem hora, final de semana, feriado. Trabalha permanentemente, resolvendo problemas e propondo soluções que faz desde a checagem do aparelho de som dos eventos até a supervisão das obras da nova sede.
Trata-se de uma área meio diretamente ligada à Presidência. E que atua na base do “é pau para toda obra”. Um exemplo? Se o alarme da sede é disparado de madrugada, quem vai checar qual foi o problema é esse setor, enfrentando chuva, a escuridão, a insegurança.
Difícil quantificar o trabalho da área. Mas, quando alguma coisa precisa ser colocada nos eixos, através de reparos e manutenção, ela entra em ação e resolve mesmo. |
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Em 2006, a capacidade do parque de informática da FPA foi ampliada para nada menos do que 700 gigabytes, significando a existência de mais de 500 milhões de arquivos. Isso quer dizer que a entidade está bem capacitada e com boa folga.
Foi implantada a rede wireless e internet wireless, que permite o funcionamento do sistema sem a utilização de fios, melhor capacitando, otimizando e proporcionando grande velocidade na realização dos serviços.
Todos os sistemas operacionais foram atualizados em 2006, além de readequados para a nova sede da Manoel da Nóbrega. |
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| O expressivo crescimento dos calendários de eventos de Pista, Campo e Corridas de Rua pode ser observado pelo atendimento de atletas no balcão da FPA. Cerca de 50 pessoas recorrem diariamente a serviços de inscrições, cadastramento e informações dos funcionários da Federação especialmente treinados para tal fim. Vale lembrar que esses funcionários se revezam nos trabalhos de rua (bancos, cartórios, empresas, secretarias de Esporte e clubes). |
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No dia 18 de agosto de 2006 foi realizada a Assembléia história que criou um Instituto determinado a resgatar a memória da prova do atletismo que mais trouxe medalhas olímpicas e continentais para o Brasil, inicialmente composto por legendárias figuras como Adhemar Ferreira da Silva, Nelson Prudêncio, João Carlos de Oliveira, Anísio Silva, Jadel Gregório, Esmeralda de Jesus, Maurren Higa Maggi e Luciana Alves dos Santos.
Além desse resgate, de importância cultural para São Paulo e para o Brasil, o Memorial vai possibilitar o incremento de iniciativas sociais por parte da Federação.
Sua criação foi tão oportuna que o Instituto não mereceu qualquer óbice durante os trâmites cartoriais necessários.
Numa progressão fulminante, logo no início de 2007 ele seria distinguido, pela Presidência da República, com o status de OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. |
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Todo o movimento contábil da FPA é acompanhado permanentemente pelo Conselho Fiscal da entidade que, quando necessário, faz as suas intervenções sempre no sentido de assegurar a saúde financeira e institucional da Federação. Tal prática facilita muito o trabalho de aprovação anual das demonstrações contábeis, do balanço patrimonial, das mutações do patrimônio líquido e das aplicações de recursos da FPA, que é uma entidade de interesse público. |
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FPA.
Pensando Gente. Pensando Você! |
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FEDERAÇÃO PAULISTA DE ATLETISMO
Rua Manoel da Nóbrega, 800 - Paraíso - São Paulo - SP
- Cep: 04001-002
Fone: (11) 3884-1211
Todos os direitos reservados.
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